0 Deus Cornífero possui inúmeros nomes.
Ele é chamado de Consorte da Deusa, Doador de Vida, Senhor da Morte e Ressurreição, Deus das Sementes, Flores e Frutas, Antigo Deus da Fertilidade, Senhor da Dança.
Ele é conhecido por Cernunnos, Herne, Pan, Osiris, e outros incontáveis nomes.
O Deus é adorado sob muitas formas e nomes, mas o aspecto predominante venerado por nossos antepassados foi o Deus Cornífero. O homem do Paleolítico de 12 mil anos atrás retratou inúmeras vezes nas paredes das cavernas o Deus Cornífero da Caça, um ser meio homem meio animal.
O Deus Cornífero teve uma força dominante, mesmo depois do aparecimento de novos Deuses. Esse poderoso arquétipo continuou existindo durante 10 mil anos, depois de aparecer primeiramente em pinturas rupestres, nas paredes das cavernas.
Chifres sempre foram sinais de algo Divino. Na Babilônia, O grau de importância dos Deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a eles. Um exemplo principal é Ishtar, uma antiga Deusa, detentora de sete chifres.
Alexandre, O Grande, se declarou um Deus depois de tomar o trono do Egito e para demonstrar seu poder encomendou uma pintura SUZ ornada de chifres de carneiro. O Alcorão chama Alexandre de “Iskander Dh’l Karnain’: que quer dizer “Alexandre dos dois chifres” Uma alusão ao seu nome é preservada até hoje na Tradição A1exandrina, na qual 0 Deusé chamado de Karnayana.
O DeusCornifero simboliza a força masculina da natureza. Ele é a “contraparte” da Deusa. Nós, Wiccanianos, vemos o Deusrepresentado pelo Sol. Desde tempos imemoráveis, as mudanças das estações foram percebidas como padrões diferentes do calor do Sol ou, então, do Deus. Nós, Bruxos, celebramos as mudanças das estações com rituais especiais, chamados de Sabbats, que ocorrem oito vezes por ano. Embora o Sol e também é venerada nestas ocasiões, pois é através Dela (a Terra) e Dele(a semente fertilizada e o Sol fertilizador) que todos seremos nutridos.
O Deus Cornífero é representado como um homem com cabeça de humano e pernas e chifres de cabra ou cervo. Nos tempos antigos, E1e era invocado antes de o homem sair para caçar, para abençoar a caçada com sucesso e fartura. O Deus Cornífero não é só O Caçador, mas também é considerado a própria caça. E1e era visto como um animal sacrificial, imolado para que o Clã pudesse sobreviver durante os sucessivos meses de inverno. Ele é o Sol durante o dia, mas também é o Sol da meia-noite. Ele é O Senhor da Luz, mas também da Escuridão da noite, das Sombras, das profundidades da floresta, das profundezas do Submundo.
Ele era reverenciado e invocado antes das sementes serem plantadas e novamente quando eram colhidas. Ele se mostra na terra vivente, na grama, nas árvores e na vinha. Esse aspecto é o Deus da Morte, que é enterrado como semente e que ressurge novamente verde e jovem, na primavera, renascido do Útero da Grande Mãe. E1e se mostra também nas colinas estéreis e frias, nos ventos indomáveis e nas planícies de Inverno.
O Deus Cornudo é o espírito de vegetação, das coisas verdes e crescentes, da floresta e do campo. Dionísio, Adônis e muitos outros Deuses da vegetação e colheita eram frequentemente descritos como cornudos e eventualmente usavam chifres de touro, cabra, carneiro ou veado.
Muitos Wiccanos chamam O Deus de Cernunnos, que é a versão Céltica e galo-romana do Deus Cornífero. Um altar para Cernunnos foi descoberto debaixo do que é agora a Catedral de Notre-Dame, em Paris, França. Herne, O Caçador, também é usado frequentemente para designar O Deus. Muitas variações dos nomes do Deus aparecem como nomes de alguns lugares na Inglaterra. Cerne Abbas, na Inglaterra meridional, é um exemplo.
Muitas deidades Pagãs foram absorvidas pelo Cristianismo. Porém, O Deus Cornífero transpareceu num semblante ameaçador aos primeiros cristãos. Ele era um Deus animalesco e sexual. Uma Divindade da noite e da floresta. Considerando que O Cristianismo era uma religião praticada durante o dia, em templos, ele não teve lugar e teve que ser excluído. O Cristianismo viu a sexualidade como a escuridão e o mal, e O Deus Cornífero foi identificado com o princípio do mal chamado por eles de Diabo. Ainda assim, O Deus Cornífero sobreviveu por séculos de supressão e difamação.
Consideremos os muitos modos nos quais O Deus Cornudo sobreviveu. 0 Folclore o retratou como Robin Goodfellow e Puck. Puck é o personagem principal em “Sonhos de uma Noite de Verão”, peça que Shakespeare ambientou em um dia de Sabbat (Solstício de Verão-Litha) para ocorrer a trama da história. O Homem Verde (Green Man) ainda é venerado em celebrações e ć um símbolo comum achado nas paredes das tavernas na Inglaterra.
O Deus da Wicca não é um Deus vingativo, transcendente, ideológico, que mora no céu. Ele é forte e poderoso, mas não deve ser temido.
O corpo dele é de um homem, mas os seus pés são patas, e os chifres capturam os poderes dos céus, do Sol e estrelas. E1e é Deus do constante renovar, do movimento eterno e é considerado como a própria força crescente de vida. O Deus Cornífero é o caçador, o guerreiro, o gerador, o rei da terra, e representa ao mesmo tempo as mudanças e verdades.
O Deus é visto com características duais. Ele é O Deus do Verão e do Inverno. E1e é O Rei de Sol, O Rei do Milho e O Homem Verde, honrados no Verão. E1e é O Senhor do Submundo, O Caçador, O Pastor e O Curandeiro na sua face de Inverno. E1e é O Sol renascido no Solstício de Inverno que traz vida e alegria, mas também O Senhor da Luz e da Morte.
Ele é chamado de Consorte da Deusa, Doador de Vida, Senhor da Morte e Ressurreição, Deus das Sementes, Flores e Frutas, Antigo Deus da Fertilidade, Senhor da Dança.
Ele é conhecido por Cernunnos, Herne, Pan, Osiris, e outros incontáveis nomes.
O Deus é adorado sob muitas formas e nomes, mas o aspecto predominante venerado por nossos antepassados foi o Deus Cornífero. O homem do Paleolítico de 12 mil anos atrás retratou inúmeras vezes nas paredes das cavernas o Deus Cornífero da Caça, um ser meio homem meio animal.
O Deus Cornífero teve uma força dominante, mesmo depois do aparecimento de novos Deuses. Esse poderoso arquétipo continuou existindo durante 10 mil anos, depois de aparecer primeiramente em pinturas rupestres, nas paredes das cavernas.
Chifres sempre foram sinais de algo Divino. Na Babilônia, O grau de importância dos Deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a eles. Um exemplo principal é Ishtar, uma antiga Deusa, detentora de sete chifres.
Alexandre, O Grande, se declarou um Deus depois de tomar o trono do Egito e para demonstrar seu poder encomendou uma pintura SUZ ornada de chifres de carneiro. O Alcorão chama Alexandre de “Iskander Dh’l Karnain’: que quer dizer “Alexandre dos dois chifres” Uma alusão ao seu nome é preservada até hoje na Tradição A1exandrina, na qual 0 Deusé chamado de Karnayana.
O DeusCornifero simboliza a força masculina da natureza. Ele é a “contraparte” da Deusa. Nós, Wiccanianos, vemos o Deusrepresentado pelo Sol. Desde tempos imemoráveis, as mudanças das estações foram percebidas como padrões diferentes do calor do Sol ou, então, do Deus. Nós, Bruxos, celebramos as mudanças das estações com rituais especiais, chamados de Sabbats, que ocorrem oito vezes por ano. Embora o Sol e também é venerada nestas ocasiões, pois é através Dela (a Terra) e Dele(a semente fertilizada e o Sol fertilizador) que todos seremos nutridos.
O Deus Cornífero é representado como um homem com cabeça de humano e pernas e chifres de cabra ou cervo. Nos tempos antigos, E1e era invocado antes de o homem sair para caçar, para abençoar a caçada com sucesso e fartura. O Deus Cornífero não é só O Caçador, mas também é considerado a própria caça. E1e era visto como um animal sacrificial, imolado para que o Clã pudesse sobreviver durante os sucessivos meses de inverno. Ele é o Sol durante o dia, mas também é o Sol da meia-noite. Ele é O Senhor da Luz, mas também da Escuridão da noite, das Sombras, das profundidades da floresta, das profundezas do Submundo.
Ele era reverenciado e invocado antes das sementes serem plantadas e novamente quando eram colhidas. Ele se mostra na terra vivente, na grama, nas árvores e na vinha. Esse aspecto é o Deus da Morte, que é enterrado como semente e que ressurge novamente verde e jovem, na primavera, renascido do Útero da Grande Mãe. E1e se mostra também nas colinas estéreis e frias, nos ventos indomáveis e nas planícies de Inverno.
O Deus Cornudo é o espírito de vegetação, das coisas verdes e crescentes, da floresta e do campo. Dionísio, Adônis e muitos outros Deuses da vegetação e colheita eram frequentemente descritos como cornudos e eventualmente usavam chifres de touro, cabra, carneiro ou veado.
Muitos Wiccanos chamam O Deus de Cernunnos, que é a versão Céltica e galo-romana do Deus Cornífero. Um altar para Cernunnos foi descoberto debaixo do que é agora a Catedral de Notre-Dame, em Paris, França. Herne, O Caçador, também é usado frequentemente para designar O Deus. Muitas variações dos nomes do Deus aparecem como nomes de alguns lugares na Inglaterra. Cerne Abbas, na Inglaterra meridional, é um exemplo.
Muitas deidades Pagãs foram absorvidas pelo Cristianismo. Porém, O Deus Cornífero transpareceu num semblante ameaçador aos primeiros cristãos. Ele era um Deus animalesco e sexual. Uma Divindade da noite e da floresta. Considerando que O Cristianismo era uma religião praticada durante o dia, em templos, ele não teve lugar e teve que ser excluído. O Cristianismo viu a sexualidade como a escuridão e o mal, e O Deus Cornífero foi identificado com o princípio do mal chamado por eles de Diabo. Ainda assim, O Deus Cornífero sobreviveu por séculos de supressão e difamação.
Consideremos os muitos modos nos quais O Deus Cornudo sobreviveu. 0 Folclore o retratou como Robin Goodfellow e Puck. Puck é o personagem principal em “Sonhos de uma Noite de Verão”, peça que Shakespeare ambientou em um dia de Sabbat (Solstício de Verão-Litha) para ocorrer a trama da história. O Homem Verde (Green Man) ainda é venerado em celebrações e ć um símbolo comum achado nas paredes das tavernas na Inglaterra.
O Deus da Wicca não é um Deus vingativo, transcendente, ideológico, que mora no céu. Ele é forte e poderoso, mas não deve ser temido.
O corpo dele é de um homem, mas os seus pés são patas, e os chifres capturam os poderes dos céus, do Sol e estrelas. E1e é Deus do constante renovar, do movimento eterno e é considerado como a própria força crescente de vida. O Deus Cornífero é o caçador, o guerreiro, o gerador, o rei da terra, e representa ao mesmo tempo as mudanças e verdades.
O Deus é visto com características duais. Ele é O Deus do Verão e do Inverno. E1e é O Rei de Sol, O Rei do Milho e O Homem Verde, honrados no Verão. E1e é O Senhor do Submundo, O Caçador, O Pastor e O Curandeiro na sua face de Inverno. E1e é O Sol renascido no Solstício de Inverno que traz vida e alegria, mas também O Senhor da Luz e da Morte.
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